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sábado, 28 de setembro de 2013

Crenças limitantes


... Abra suas asas e voe... Vá ao encontro do sol, das estrelas e de si mesmo...


Você já se sentiu travado, com medo de fazer alguma coisa diferente em sua vida? Pode ser a tentativa de um novo emprego, fazer aulas de algum instrumento, viver um novo amor ou matricular-se em um curso de dança de salão. Pode ser  medo de mudar de cidade,  receio de falar em público, montar seu próprio negócio. Pode ser qualquer coisa diferente do que já está acostumado. Acredito que todos já se viram em situações como essas, e muitas vezes deixaram de aproveitar oportunidade incríveis, daquelas que só ocorrem uma única vez .
Esse sentimento de medo que paralisa e não nos permite experimentar coisas novas, é fruto de nossas crenças limitantes. São auto-conceitos que aprendemos na primeira infância e que ficam em nosso inconsciente, atravancando e travando nossos atos, nos impedindo de crescer. Geralmente são pensamentos que surgem devido a críticas de nossos pais, professores, irmãos mais velhos, amigos e colegas de escola. Esses pensamentos irão se repetindo, repercutindo em nossa memória inconsciente todas as vezes que vivenciarmos algum insucesso, e com o tempo nossa baixa autoestima acabará por adotá-los como nossos. Tornam-se então pré-conceitos que limitam nosso aprendizado, nossa auto-valorização e nosso progresso em todos os setores da vida. Tagarelice ultrapassada de nossas mentes, que nos deixa envergonhados ou sem coragem para vivermos o novo.
Crenças limitantes cimentam nossas iniciativas, cristalizam nossas capacidades, colocam dentro de um casulo nossos sonhos e projetos. Vivemos em pequenas tumbas, túmulos apertados construídos por nós mesmos. Dentro dessas tumbas moram nossas crenças limitantes. Idéias que já passaram do prazo de validade, já apodreceram. Os anos passam e continuamos como os faraós do antigo Egito, que mumificavam seus corpos, pensando com isso estarem se guardando para a eternidade e para o Universo. O que é eterno e universal é nossa essência, nosso conhecimento e nosso espírito. Você já ouviu falar em múmias paralíticas? Você já xingou alguém de múmia paralítica? Pois é, quando nos cimentamos, quando mumificamos os conceitos sobre nós mesmos, quando prendemos nossas capacidades dentro das crenças limitantes, estamos nos transformando em múmias paralíticas. È preciso quebrar essas tumbas para enxergarmos a luz. Não devemos ter medo da luz. Ainda que ela ofusque nossos olhos no início, logo nos acostumaremos a ela, pois já a conhecemos. A luz somos nós, é o nosso conhecimento oculto, nossas capacidades, nossa criatividade, as habilidades que possuímos. Nosso conhecimento é ilimitado e assim como as crenças limitantes está guardado dentro do inconsciente, prontinho para ser ativado. Ele só precisa de um estímulo, pois sabe tudo o que deve ser feito. Por isso, da próxima vez em que se sentir com medo ou vergonha de fazer algo novo, quando achar que não consegue, coloque em segundo plano as crenças rígidas, torne-se surdo para a tagarelice de sua mente, tome coragem e tente. O máximo que pode acontecer é não dar certo, mas sempre existirão novas oportunidades para novas tentativas. Os pássaros só conseguem voar ao perderem o medo de abrir as asas e se lançarem no infinito. E o infinito é o caminho das possibilidades que habita a alma de todos os seres do Universo.


Márcia Palis  28/09/2013

terça-feira, 27 de agosto de 2013




27 de Agosto - Dia do Psicólogo

Para ser Psicólogo/a não basta gostar de estudar o comportamento humano. É preciso gostar de gente. Mais que diagnosticar e tratar, é necessário saber acolher. Entender que quem nos procura é alguém que como qualquer um de nós ama, odeia, sofre, sente, ri e chora. O/a psicólogo/a sabe sentir a dor do outro sem se deixar envolver pela dor. Sabe, não por estar acima da dor, mas por também ser humano/a, por compreender de dentro para fora a fragilidade do ser e de ser. Um/a bom/a psicólogo/a é aquele/a que entende que a maior busca do ser humano é pelo amor. E mais que tudo, sabe que o amor é conquista do interno para o externo. Por isso, consegue ajudar as pessoas a encontrarem o amor através do encontro de si próprias e da descoberta do auto-amor. Uma linda profissão para simples seres humanos que em sua simplicidade se tornam especiais ao exercê-la. Sou muito feliz e grata por ter escolhido esse caminho profissional e tenho grande orgulho e respeito por todo/as o/as meus/minhas colegas, a quem homenageio e reverencio no dia de hoje, 27/08, Dia do/a Psicólogo/a.


Márcia Palis.

sábado, 24 de agosto de 2013

Informação sobre as mensagens e o Quadro “Momento Psicologia Positiva” - Rádio Vitoriosa



Querido(a)s amigo(a)s e seguidore(a)s
Durante quase dois anos, todas as terças-feiras, participei  junto com o locutor e cantor Klesio Honorato,.do Programa “Manhã Vitoriosa”, na Rádio Vitoriosa de Uberaba. Muito(a)s de vocês tiveram a oportunidade de escutar minhas mensagens semanais de positividade e reflexões sobre o comportamento humano, à luz da Psicologia Positiva. Durante este período foi uma grande alegria receber os retornos carinhosos sobre essas mensagens e perceber que estava alcançando os objetivos a que me propus. Sempre foi meu projeto de vida levar um grande número de pessoas a pensar e refletir sobre seus comportamentos de forma positiva e visando a melhora de sua qualidade de vida. Sei que esse processo transformador pode acontecer para qualquer um que queira se auto-conhecer, refletir e realizar mudanças em sua maneira de ser, sem que para isso sejam necessários  grandes esforços ou a perda de sua identidade, única e especial em todo o Universo.  A minha maneira de contribuir com quem deseja ser mais feliz e positivo, acontece através das palestras, workshops e cursos que ministro, dos textos que posto neste blogsite e redes sociais, e das mensagens que veiculava através da Rádio Vitoriosa. Dessa forma, agradeço a oportunidade de ter me comunicado com tantas pessoas através do Quadro “Momento Psicologia Positiva”, até o dia 13/08/2013. A partir desse dia, em virtude de modificações ocorridas na estrutura daquela Emissora e de sua negociação com outras empresas de rádio, não mais irá ao ar o Programa do qual participava. Por essa razão, estamos momentaneamente interrompendo esse canal de comunicação, mas estaremos juntos através de nossa interação e dos textos reflexivos que continuarei a postar aqui no blogsite. Outro espaço de comunicação virtual que desejo convidá-los a conhecer é meu blogsite profissional o http://www.casconsultoria.blogspot.com.br/. Continuaremos também juntos por meio de palestras, cursos, e workshops que virei a ministrar.  Estamos estudando outras propostas de comunicação através da mídia e caso se concretizem, os amigos e amigas querido(a)s dessa página serão o(a)s primeir(a)os a serem informado(a)s, até por que já estou com saudade de conversar com vocês dessa forma que nos tornou ainda mais próximos. Hoje sei que tenho aqui um grupo de amigo(a)s e seguidore(a)s que são muito importantes para mim e quero mais uma vez agradecer sua participação e  presença sempre carinhosa nesse espaço que é nosso.
Um abraço afetuoso e muitas energias positivas a todos


Márcia Palis      24/08/2013

terça-feira, 11 de junho de 2013

Diploma do Amor Dia dos Namorados

Recebi do meu namorado esse belo certificado e o coloquei à disposição abaixo para download e preenchimento com os dados de cada um.

Dica: Após download da imagem é só personalizar  no Paint e salvar.

Se quiserem a imagem em tamanho normal, entrem em minha página no Facebook
https://www.facebook.com/marcia.palis?ref=tn_tnmn

Eis o meu:



Clique com o lado direito do mouse e salve a imagem para seu PC e edite a seu gosto.




Um Feliz Dia dos Namorados a todos!

sexta-feira, 10 de maio de 2013

E por falar em mãe... Uma homenagem à minha...



O mês de maio é para mim um dos mais lindos do ano. É um mês em que as plantas se renovam, se enfeitam de outono, mês de mudanças, de limpeza, de aconchego e paz. Penso nesse mês como um tempo em que a natureza se transforma para o repouso do inverno, jogando fora o que já não mais serve, e preparando-se para a renovação colorida que virá com a chegada da próxima primavera. Além disso, foi nesse mês que recebi de Deus o privilégio de ser mãe. Foi em maio, com a diferença de 4 anos e alguns dias, que nasceram minhas duas filhas, Renata e Luiza, a quem chamo Presentes de Deus. Talvez por isso eu o sinta como o mês da comemoração ao amor. Começa já no primeiro dia comemorando o amor ao trabalho. Segue seus dias consagrando o amor entre duas pessoas, pois ainda é tradicionalmente considerado como o mês dos noivos. Além disso, foi instituída nesse mês a homenagem ao amor maior, o amor maternal. E falando em mãe, o dia das mães está chegando e esses dias eu me lembrei daquela música antiga, que dizia: “ Ela é a dona de tudo... ela é a rainha do lar... Ela vale mais para mim... que o céu, que a terra, que o mar...”  Se existe alguma música que seja a cara da minha mãe, é essa. Como esquecer antigos Dias das mães ao recordar a imagem de 6 crianças ( eu e meus 5 irmãos ) postadas ao pé da cama de meus pais em manhãs de maio? Cada um trazia nas mãos um presentinho, lembranças simples preparadas em casa ou na Escola, e cantávamos em coro invariavelmente essa mesma música, que fazia mamãe chorar e se emocionar sentada na cama ao lado de meu pai. Minha mãe... Eu poderia dizer sem medo de cair no lugar comum, mas já caindo, que ela é a melhor mãe do mundo. Se existe alguém que nasceu para ser mãe, esse alguém se chama Eurídice, a minha mãe. Não só mãe de seus 6 filhos, mas o grande exemplo de figura maternal para meu pai, as suas irmãs, os cunhados, os genros, as noras, os amigos e amigas dos filhos, os sobrinhos, os netos, os namorados e namoradas dos netos, os amigos e amigas dos netos, os velhos e novos conhecidos, cachorros, gatos, e quem mais chegar. Minha mãe tem um coração do tamanho do mundo, e embora tente disfarçar, consegue distribuir equitativamente seu amor maternal a quem ela ache que mais precisa. Filha mais nova de uma família de 5 mulheres muito bonitas, todas com a letra O: Otília, Odete, Odésia, Olésia e ela, que graças a um “erro “ do escrivão, foi Eurídice e não Orides, como o pai, o Vovô João, queria  ( Uma das irmãs, Odésia, morreu aos 18 anos). Perdeu também minha avó Maria Elisa aos 14 anos, mas conservou dela, a quem não conheci, a imagem  de uma mulher doce, linda e bondosa, que passou para nós através de seus relatos. Acabou de ser criada pela irmã mais velha e pelo cunhado, que mais tarde se tornaram meus padrinhos. Minha mãe sempre foi muito linda. Nós filhos sempre nos orgulhamos por saber que ela foi uma das primeiras Misses de Uberaba ( Naquele tempo o concurso se chamava “ Rainha da Primavera” )  Foi uma das mulheres mais bonitas de sua época, como atestam as revistas e as fotos antigas guardadas em suas gavetas de lembranças . Mas ela não parecia ligar muito para isso.  Dava mais valor à sabedoria e aos valores internos. Mesmo não tendo a oportunidade de completar seus estudos, sempre leu muito e procurou manter-se informada e culta. Trabalhou desde os 15 anos até os 25, quando se casou, depois de um namoro de muitos anos com meu pai. Adorava  trabalhar e ser independente, mas naquela época isso não era tão usual, e a partir do casamento ela se dedicou a ser esposa e mãe em tempo integral. Como ela mesma conta, por ter precisado trabalhar para se sustentar desde muito nova, e por morar com a minha tia Otília que tudo fazia em casa, quando se casou não sabia nem coar um café. Mas venceu essa dificuldade e aprendeu, para tornar-se depois exímia cozinheira, com o objetivo de agradar ao marido e deixar felizes e saudáveis os seus seis filhos, e mais tarde os netos. Talvez não tenha nascido para os serviços da casa e da cozinha, mas sempre fez isso com tanto amor, que parece que não nasceu para outra coisa. Dedicou sua vida a ser mãe. Ela sempre diz: “Não aprendi a fazer muito carinho, demonstro meu amor fazendo na cozinha coisas gostosas que sei que irão agradar a todos”. Meu pai, Fauzi, que também morreu cedo, a chamava de “santa”. Ela dizia: “Não sou santa, tenho muitos defeitos”. Não era santa. Mas dentro das limitações impostas ao sexo feminino em sua época demonstrou ser sempre a melhor companheira, a melhor e a mais dedicada mãe. Uma mulher forte e batalhadora, que tudo fez junto com meu pai e depois de sua partida para educar  os filhos, para que todos pudessem completar seus estudos e se tornarem pessoas de bem. Quando meu pai faleceu, além dos serviços domésticos, voltou a trabalhar, vendendo jóias até que os mais novos se formassem. E trabalha até hoje, em casa, cheia de vida e de saúde, um exemplo para os filhos e netos, cuidando da casa e fazendo na cozinha aquelas comidas e doces gostosos, o seu jeito de dar carinho, como ela mesma diz. Com ela aprendi a ter fé e a ser sensível, e ao mesmo tempo forte, persistente, corajosa, dócil, maternal. Com ela aprendi (ainda estou aprendendo) que muitas vezes é melhor o silêncio do que o revide, para que se mantenha a harmonia. Minha mãe nunca precisou bater ou brigar com os filhos para educá-los. Ela sempre nos ensinou com o seu exemplo, com suas atitudes. Essa é verdadeiramente a melhor forma de educar. Esse é o grande modelo de mãe e agradeço a Deus por ser filha dela. Ela é a figura de mulher a quem dedico o carinho pelo Dia das Mães, estendendo a homenagem a todas as mães do mundo  Essa é minha mãe, Eurídice, com quem tudo aprendi e de quem tenho muito orgulho! Feliz Dia das Mães!    

                         Márcia Palis  10/05/2013



domingo, 14 de abril de 2013

Inimigos ocultos


Todos temos em nossas vidas situações que são difíceis de resolver, obstáculos difíceis de transpor. Muitas vezes nos sentimos impotentes, com dificuldades para alcançarmos nossos objetivos. E quando nos sentimos assim, é como se estivéssemos em uma guerra, cercados de inimigos por todos os lados.  Precisamos saber quem são os nossos maiores opositores, os nossos grandes inimigos. Nesta guerra constante que é a luta pela vida, é preciso conhecê-los para vencê-los. E quem são os nossos inimigos? São aqueles que nos atrapalham, nos seguram, não nos deixam realizar nossos planos, não nos deixam ter sucesso, não nos deixam ser felizes, não nos permitem ter bons relacionamentos. São aqueles que nos maltratam, nos machucam, nos diminuem e desvalorizam, nos impedem de prosseguir e impedem nossas vitórias. Com freqüência nós os enxergamos nos colegas de trabalho que competem conosco, no chefe de serviço que não nos valoriza, no marido ou na esposa que não nos compreendem, na mãe ou no pai que não souberam  nos educar, em um rival que tomou nosso namorado ou namorada, na falta de recursos, no governo, no sistema, no destino, na má sorte. Aí estão nossos inimigos, ou melhor, aí estão aqueles que acreditamos serem os nossos inimigos. Na verdade, nossos maiores opositores não são esses. Eles estão mais próximos do que esses a quem costumamos responsabilizar por nossos males. Mais que próximos, estão dentro de nós.  São parte de nós mesmos, são os nossos próprios obstáculos internos, nossas crenças limitantes.  Crença limitante é tudo aquilo em que acreditamos e que se torna uma trava para nós, algo que nos impede de crescermos, de melhorarmos em todas as áreas de nossas vidas. Fazem parte de um sistema de crenças que está em nossas mentes há anos e direciona nossas existências.  Podemos dizer que são pensamentos-problemas. A maioria são coisas que aprendemos com nossos pais, que eles também aprenderam com nossos avós, pensamentos “usados”, culturas que foram passando de geração em geração e que foram sendo aceitas como verdades absolutas. Não quero dizer com isso que tudo o que nossos pais nos ensinaram esteja errado. Muito pelo contrário, nossos pais receberam e nos passaram ensinamentos e valores preciosos para a construção de nossas vidas. Também nem todas as nossas crenças limitantes foram aprendidas com nossos pais. Elas  podem ser frutos de experiências que nos trouxeram frustrações ou decepções, como por exemplo, um namoro que não deu certo, ou um trabalho que não conseguimos, e em situações de decepções, tomamos decisões mentais, que limitam o que é possível fazermos no nosso futuro. E como conseqüência passamos a pensar que somos gordos demais, magros demais, velhos demais, novos demais, não temos inteligência suficiente, ou nunca teremos dinheiro suficiente para realizarmos nossos sonhos e desejos. Aprendidas ou fruto de nossas experiências, essas crenças são informações equivocadas que precisamos modificar para darmos um passo à frente e usarmos o que pode funcionar a partir de agora para termos sucesso, alegria e realizações. Não adianta culparmos ninguém por isso. Culpar aos outros e a nós mesmos não vai nos ajudar. Mas como nos livrarmos dos pensamentos-problemas? O primeiro passo é admitir que eles existem. A maioria de nós tem algum pensamento problemático e repetitivo sobre algo que não consegue realizar. Dizem que os seres humanos têm aproximadamente  50 a 60 mil pensamentos por dia e 95% por cento deles são os mesmos do dia anterior, o que significa que inconscientemente estamos nos alimentando da mesma informação repetidas vezes. Por isso nada parece mudar. Uma saída é a conscientização, o desejo de investigar com sua mente aquilo que você acredita que está influenciando no seu comportamento para impedi-lo de conseguir alguma coisa. Façamos agora um exercício prático para identificarmos alguns dos pensamentos-problemas  mais comuns e que costumam atrapalhar as pessoas em seus relacionamentos, na vida profissional, ou no  alcance do sucesso e da  prosperidade: Completem por favor rapidamente essas frases:

Amor é...  O verdadeiro amor é...  Homens bons são...  Mulheres para casar são... Dinheiro é .... Dinheiro não...  Conseguir um bom trabalho é...   Eu  aposto que vocês deram algumas respostas automáticas como: Amor é cego, ou o verdadeiro amor é difícil de encontrar ou o verdadeiro amor é impossível,  Homens bons são raros, mulheres para casar são raras, Dinheiro é difícil de ganhar, dinheiro não traz felicidade, conseguir um bom trabalho é muito difícil. Mesmo que vocês não acreditem nessas afirmações, nossas mentes costumam preencher automaticamente os espaços vazios baseados em informações que ouvimos antes ou que alimentamos conforme alguma experiência ruim que tivemos. A melhor estratégia que podemos ter contra esses opositores ocultos, é tomarmos consciência dos pensamentos limitantes que atrapalham a realização de nossos desejos e sonhos. Se queremos conseguir algum objetivo, não devemos nos manter alheios às idéias antigas que estão armazenadas em nossas mentes, mantendo-nos presos ao passado e fora do tempo presente, onde existem mais possibilidades de realização e relacionamentos enriquecedores. Portanto, joguemos fora esses pensamentos problemas, substituindo-os por novos conceitos sobre nós que nos ajudarão a ir atrás de nossos sonhos.
 
Márcia Palis
14.04.2013

 

sábado, 9 de março de 2013

Desânimo é contagioso?




Muitos pacientes me procuram reclamando sentir desânimo. Recordo-me de alguns que aparentemente não possuem problemas graves, porém não conseguem ter ânimo para nada na vida, não sentem prazer algum, acham tudo chato e sem graça. Lembrei-me disso a semana passada, pois tirei alguns dias para descansar, e voltando de viagem, sentou-se ao meu lado no avião, uma moça bonita cujas primeiras palavras foram para reclamar do tempo, do avião, do serviço de bordo e da viagem em si. Ela nem sabia que sou psicóloga e certamente existem poucas chances de nos encontrarmos novamente, então nem falei que era, mas segundo o hábito adquirido em anos de consultório, embora estivéssemos em outro ambiente e em outra situação, e apesar de estar em férias, deixei que ela falasse, ouvindo-a atentamente. Após as reclamações, começou a falar de si. Contou que tem 36 anos, uma filha linda, um bom marido, uma situação financeira estável, mas vive desanimada e até o casamento anda monótono como tudo em sua vida. Sem perceber, só falava de faltas e tristezas.  Tinha um ar triste, como se vivesse um luto recente.  Falei algumas frases tentando animá-la, mas ela continuou reclamando de outras coisas. Percebi que seria necessário muito mais que algumas palavras para alegrá-la, e como a rápida viagem já estivesse terminando, muito pouco pude fazer por ela.  Ficou apenas em mim a impressão de sua tristeza, de seu cansaço.

Assim como essa moça, existe um grande número de pessoas que vivem como se estivessem contaminadas por um vírus. Não é um vírus biológico, mas um vírus energético que abala todo o sistema emocional ao ponto de se sentirem sem energia, sem ânimo e sem prazer pela vida. Não chega a ser uma depressão profunda, mas uma situação aparentemente depressiva. São pessoas que vivem desanimadas e sem entusiasmo por nada. E esse desânimo é uma porta aberta para a entrada da depressão.

E será que esse vírus do desânimo é contagioso? O desânimo, como todos os estados emocionais é composto de energia. Nossos pensamentos, sentimentos e emoções são vibrações de energia.  Quando entramos em um ambiente cheio de pessoas com o vírus da gripe, é certeza que você se contaminará também? Não. Você só contrairá o vírus se sua imunidade estiver baixa. O mesmo acontece conosco. Só nos deixaremos contaminar pelo desânimo de outra pessoa, se também estivermos desanimados. Acontece que existe em nossa cultura uma propensão ao desânimo e à negatividade. A grande maioria das pessoas tem a tendência, muitas vezes aprendida, de reclamar de tudo e olhar sempre o lado negativo das situações. Existem alguns que têm até vergonha de falar e pensar coisas positivas, pois se sentem diferentes da maioria. Afinal, a maioria está sempre reclamando! Do tempo, do governo, do trabalho, da família! Virou um  hábito coletivo reclamar e parece haver uma crença  coletiva que é mais fácil reclamar do que elogiar qualquer situação, embora todos nós saibamos que todas as situações têm pontos positivos e negativos.  

Reclamar muito da vida, olhar os acontecimento negativamente, ter uma visão  pessimista,  nos deixa com déficit energético e aí sim poderemos ser contaminados pelo desânimo. Na verdade, outras pessoas não podem nos contaminar, nós é que nos contaminamos e isso é muito mais fácil do que imaginamos. Quando nos sentimos com medo, raiva, inveja, ciúmes, contrariados, chateados, ansiosos, tristes, agressivos, ou alimentamos outros sentimentos negativos, ficamos mais vulneráveis ao desânimo ou a outros estados pré-depressivos.  O remédio para prevenir esse desânimo é um só: Tentarmos mudar nossos padrões de pensamentos e sentimentos e também nossa visão de mundo. Sei que parece difícil, porque  nossas crenças limitantes, aquelas que nos fazem olhar a vida com medo, têm um papel muito forte em nossas vidas.

Como dizia o “poetinha” Vinícius de Morais: É melhor ser alegre que ser triste, a alegria é a melhor coisa que existe, é assim como a luz no coração”.

A escolha é nossa. É melhor enxergarmos um copo meio cheio que um copo meio vazio. A felicidade e a tristeza estão dentro de nós. Cabe somente a nós mudarmos nossos padrões de pensamentos e atitudes, escolhendo o entusiasmo e a alegria de viver, ao invés de nos contagiarmos pela tristeza e pelo desânimo.

 

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Dia festivo e de Alegria...Parabéns!


glitters
    MÁRCIA PALIS
glitters
  NESSE DIA TÃO ESPECIAL EM SUA VIDA, DESEJAMOS QUE TODOS OS SEUS SONHOS E PLANOS SE REALIZEM.
SEGUE UM ABRAÇO BEM FESTIVO DA EQUIPE UP DESIGNERS, DA BHELMONTT PRODUÇÕES E DE TODOS OS SEGMENTOS EMPRESARIAS DE CLÁUDIO BHELMONTT, QUE TAMBÉM A FELICITA NESSA MENSAGEM DE FELIZ ANIVERSÁRIO.
 
glitters


domingo, 10 de fevereiro de 2013

Aproveitando o Carnaval para resgatar a alegria

 
 
O carnaval chegou e para alguns serão dias de descanso, para outros dias de folia.  Uns gostam de carnaval, outros não. Enquanto alguns se acabam curtindo a festa, outros aproveitam para curtir a família, fazer viagens ou até mesmo retiros espirituais. De qualquer modo, é um período de feriado estendido no Brasil em que a maioria das pessoas aproveita para sair da rotina e relaxar, cada qual à sua maneira. Opiniões à parte, já que o carnaval é considerado a “Festa da alegria” Que tal aproveitar os feriados para resgatar a alegria? Há vários estudos que comprovam que a alegria é um estado de espírito que deve ser conquistado, partindo de dentro de si mesmo. Quem espera as condições ideais externas para somente então encontrar a alegria e a felicidade, jamais as encontrará. No mundo atual, vivemos apressados, trabalhando, correndo atrás de responsabilidades e objetivos de vida, estressados e ansiosos, acreditando não termos tempo para pararmos e cuidarmos do que deveria ser básico: a nossa felicidade.  Segundo os estudos da Psicologia Positiva, a grande maioria dos seres humanos inverte a fórmula da felicidade por pensar coisas como essas: “ Devo trabalhar muito para ter sucesso e só depois de ter sucesso eu serei feliz.” Ou então:” Se  ganhar na loteria eu serei feliz” . Ou ainda: “Se eu for promovido, serei feliz”, “quando eu emagrecer,  serei feliz”, “ se eu encontrar um amor, serei feliz”... Se... se... se... quando... quando... quando??? Ao colocarmos sempre a felicidade depois de alguma coisa, jamais a encontraremos, pois a colocaremos no futuro e não no presente. Vamos viver em um processo de constante insatisfação sempre buscando a felicidade onde não estamos. É importante que aprendamos a ter uma atitude de gratidão em relação a pessoas, coisas e situações que já fazem parte de nossas vidas,  e a valorizar mais os momentos positivos que os negativos, ao invés de nos concentrarmos no que ainda não temos. É também importante aprendermos a desenvolver outras atitudes positivas como gentileza, polidez, paciência, aceitação. Não se trata de ver a vida com “óculos cor de rosa” ou o discurso superficial de “vamos pensar positivo que tudo se resolve”. Trata-se de tomarmos consciência de nossas melhores características e de nossas emoções positivas, para depois usá-las, cuidando de nós e de nossas relações, com a finalidade de termos uma melhor qualidade de vida.  Vamos então fazer um rápido exercício para aprendermos a potencializar nossas emoções positivas e redescobrirmos em nós motivos para sermos felizes agora!  Pense nesse momento em algo que o deixa infeliz, insatisfeito, alguma situação de seu dia a dia que tenha a ver com seu emprego, sua família, seus relacionamentos de amor ou amizade, sua vida de todos os dias. Visualize esta situação, tentando enxergá-la bem real em sua imaginação: as cores, o ambiente, o jeito das pessoas envolvidas. Sinta a emoção que ela provoca. Agora dê uma  nota de 0 a 10  para a intensidade dessa emoção. Depois disso, pense em alguma situação que o deixa feliz, satisfeito, também ligada ao seu trabalho, família, ou relacionamentos de amor ou amizade.  Visualize essa situação, enxergando-a bem real em sua imaginação e sentindo a emoção que ela provoca. Dê também uma nota de 0 a 10 para a intensidade dessa emoção.
Agora compare: Qual foi a maior nota? A da emoção de felicidade, ou de infelicidade.? Qual evento você visualizou mais nítido, e qual das duas emoções foi mais intensa?  Se foi a de infelicidade, você está focando mais em sua vida naquilo que não tem, ou que o deixa aborrecido, do que naquilo que tem e o deixa feliz. Se isso aconteceu com você, refaça novamente o exercício de visualização da situação de felicidade, prestando uma maior atenção a todos os detalhes, às cores, ao ambiente, potencializando a emoção positiva para que ela se torne mais forte, maior. Uma das formas de expandi-la é agradecer, deixar-se tomar por um grande sentimento de gratidão por essa situação.
Não devemos viver reclamando e alimentando a idéia de que temos um péssimo emprego, uma saúde frágil, poucos amigos, pouco dinheiro, pouco amor. Alimentar esses pensamentos e nos concentrarmos na falta, do que não temos, realmente nos torna infelizes. Devemos focar mais naquilo que possuímos e nos traz alegria e agradecermos pelo que já temos. Aproveitemos o feriado do Carnaval para fazer mais vezes esse exercício e revermos nossos conceitos de alegria e felicidade.
Bom Carnaval e muita alegria a todos! 

 Márcia Palis 09/02/2013


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Da importância da fé para o ser humano




No último domingo o Brasil amanheceu chocado com uma tragédia: A morte de aproximadamente 235 jovens devido a um incêndio  em uma boate da cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Além dessas mortes, mais de 75 feridos, alguns em estado grave encontram-se ainda hospitalizados. Aliada à comoção natural causada por um episódio desses, fiquei bastante impressionada, pois uma de minhas filhas já morou nessa cidade há algum tempo atrás junto com meu genro, que é natural de lá. Hoje os dois residem no Rio de Janeiro, mas conhecem alguns desses jovens e famílias que estão vivendo agora  sob o impacto desse triste acontecimento.
Por mais horrível que seja esse momento, é nessas ocasiões que podemos avaliar a importância da fé e da espiritualidade para o ser humano. Embora seja muito difícil mensurar a tristeza de se perder entes queridos, principalmente filhos, esses dois aspectos positivos da natureza do ser humano são os que mais podem trazer consolo em ocasiões de tragédias como essas e em outras passagens da vida, talvez mais amenas, mas  que também causam dores e sofrimentos.
A fé não precisa necessariamente acontecer dentro de uma determinada religião. Ela é uma característica humana que nos conecta à crença em um poder superior, a algo maior que nós, inexplicável em determinados momentos, mas que nos consola, trazendo alívio e força diante do que também não sabemos explicar. Não se pode negar, entretanto, que a fé e a espiritualidade podem ser e são mais desenvolvidas quando vividas dentro de uma filosofia religiosa, seja ela qual for. As religiões são conjuntos de dogmas espirituais. e auxiliam as pessoas a se re-ligarem ( segundo o significado etimológico da palavra re-ligião, do latim re-ligare ) à sua essência, a Deus, a quem criou o homem, segundo cada crença. Costumo dizer que todas as religiões são boas e têm muitas coisas em comum. Todas são caminhos para se chegar a Deus. Cada qual escolhe seu caminho, e a escolha acontece de acordo com as afinidades de cada um às crenças e dogmas particulares de cada religião.
Segundo os estudos da psicologia positiva pessoas que têm fé e espiritualidade como características individuais bem desenvolvidas, demonstram mais serenidade em momentos difíceis. São também aquelas que se mostram mais solidárias e possuem mais disponibilidade para ajudar a dar conforto e apoio, quando outros estão passando por dificuldades. A fé não pode na maioria das vezes mudar momentaneamente os fatos, mas ameniza nossas reações diante do sofrimento e  da dor. Segundo a crença de algumas pessoas, ela pode até modificar muitas situações, pois dá força e pensamento claro a quem a possui, gerando muitas vezes atos de sacrifício ou de heroísmo, ou ainda gestos de força de vontade, paciência e amor  levados a extremos. É um tipo de característica que potencializa a energia do ser humano, fazendo-o a realizar ações para os outros e para si mesmo que talvez não tivesse a coragem de realizar se não sentisse a confiança da proteção de uma força muito maior que ele mesmo. Por isso se afirma que a fé cura doenças e dores profundas, como também leva o homem à realizações que podem modificar para melhor sua vida e das quais ele não se julgaria capaz sem esse poder. A fé em um poder superior faz também surgir a fé em nós mesmos e em nossa capacidade de realização e superação, levando-nos a prosseguir com nossos projetos, a não desistir de nossos sonhos e a não sucumbir diante de dificuldades e tristezas.
Voltando aos acontecimentos de Santa Maria, como em tantas outras tragédias que já aconteceram no Brasil e no mundo, vamos contar agora com a energia positiva, as ações e as orações das pessoas que têm fé e espiritualidade, com a compaixão e a solidariedade do ser humano, com Deus sempre, e também com o tempo, esse amigo silencioso e paciente, que acaba sempre por abrandar nossas dores e amenizar nossos sofrimentos.           

Entrevista - Programa Bem Viver


Márcia Palis em participação ao vivo no programa Bem Viver de 09/08/2014 na TV Integração Regional( Rede Globo).

Tema: como manter acesa a paixão nos relacionamentos depois de um certo tempo de convívio.

Muito obrigada mais uma vez pela atenção e o trabalho de vocês.

Abraços de Minas.

Entrevista : Fatores que podem atrapalhar a saúde emocional do trabalhador - Outubro/2015

Entrevista : Fatores que podem atrapalhar a saúde emocional do trabalhador - Outubro/2015
ASSISTA O VÍDEO NA ÍNTEGRA AO CLICAR NA IMAGEM. AGRADECIMENTO : A MG TV - Rede integração (TV Globo) aqui da região do Triângulo Mineiro.

Vamos rever todos os textos publicados?

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