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quarta-feira, 7 de maio de 2014

Amor e autoestima - Começo meio e fim



Ei, vamos falar de amor?  E quando se fala de amor é imprescindível que não se esqueça de falar do que sempre deve preceder o amor entre duas pessoas. Estou falando do amor a si mesmo, da tão falada e pouco compreendida autoestima. É isso. O verdadeiro amor tem que ter encanto, admiração, cumplicidade, mas principalmente autoestima. Sem autoestima ninguém consegue ser amado. Afinal, se nem eu mesma me amo e  admiro, como poderei despertar no outro a admiração e o encanto? O amor deve ser declarado. Se correspondido, tem que ser alimentado.  Nutrí-lo é demonstrar através de atitudes e palavras como o ser amado é importante para você. Preste atenção ao que você sente para saber se é amor. O amor de verdade é sentimento que eleva e nos torna melhores. Quando estamos amando somos mais felizes, mais generosos, mais amáveis e mais bondosos. Somos solidários e gentis. Se aquilo que você sente o deixa triste, amargo, inseguro, ciumento, então não é amor. Pode ser carência, apego, ou sentimento de posse. Pode ser medo de ficar sozinho. Pode ser qualquer coisa, mas amor... Ah! Amor não é...  O amor não foi feito pra fazer sofrer. Se faz sofrer não é amor ou é amor contaminado. O amor é sentimento que vem sempre acompanhado de alegria, entusiasmo, motivação! Amor de verdade tem começo, tem meio e também pode ter fim, Ninguém deseja que termine, mas se não for nutrido, por um motivo ou outro, pode um dia morrer, para os dois ou para um dos envolvidos. Quando morre primeiro para um dos dois perde o sentido. Por que amor tem que ter correspondência. Vai e volta. Amor que ama sozinho não é amor. E se acabar,  o que fazer? Primeiro checar se morreu de verdade ou se está apenas adoecido. Dependendo da doença às vezes o amor pode  ressurgir, às vezes não. Se acabou de verdade para um dos dois, esse é um momento delicado. Há que revigorar o outro amor, a autoestima. Hora de recolhimento e de pedir apoio aos amigos que irão ajudá-lo com outro tipo de amor. O que você mais precisa nesse momento: Acolhida e amizade. Chorar será inevitável, sofrer um tanto, também. Mas quanto melhor a autoestima, mais depressa esse tempo irá passar e um dia você se verá novinho em folha, pronto para viver novos relacionamentos e, é claro, um novo amor. E jamais diga aquela terrível frase: “ Eu não vivo sem você”. Vive sim. Todo mundo sobrevive à morte de um amor. Dizer essa frase é matar, não exatamente a si próprio, mas à sua autoestima. É se enterrar voluntariamente ( E o que é pior, sozinho ) em uma tumba emocional. Porque a essas alturas a outra pessoa estará viva e bem viva. E na maioria das vezes bem longe. E há muitas outras pessoas por aí, ávidas para viver um grande amor. Junte-se a elas.  

Márcia Palis
07/05/2014

Entrevista - Programa Bem Viver


Márcia Palis em participação ao vivo no programa Bem Viver de 09/08/2014 na TV Integração Regional( Rede Globo).

Tema: como manter acesa a paixão nos relacionamentos depois de um certo tempo de convívio.

Muito obrigada mais uma vez pela atenção e o trabalho de vocês.

Abraços de Minas.

Entrevista : Fatores que podem atrapalhar a saúde emocional do trabalhador - Outubro/2015

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ASSISTA O VÍDEO NA ÍNTEGRA AO CLICAR NA IMAGEM. AGRADECIMENTO : A MG TV - Rede integração (TV Globo) aqui da região do Triângulo Mineiro.

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