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sexta-feira, 10 de maio de 2013

E por falar em mãe... Uma homenagem à minha...



O mês de maio é para mim um dos mais lindos do ano. É um mês em que as plantas se renovam, se enfeitam de outono, mês de mudanças, de limpeza, de aconchego e paz. Penso nesse mês como um tempo em que a natureza se transforma para o repouso do inverno, jogando fora o que já não mais serve, e preparando-se para a renovação colorida que virá com a chegada da próxima primavera. Além disso, foi nesse mês que recebi de Deus o privilégio de ser mãe. Foi em maio, com a diferença de 4 anos e alguns dias, que nasceram minhas duas filhas, Renata e Luiza, a quem chamo Presentes de Deus. Talvez por isso eu o sinta como o mês da comemoração ao amor. Começa já no primeiro dia comemorando o amor ao trabalho. Segue seus dias consagrando o amor entre duas pessoas, pois ainda é tradicionalmente considerado como o mês dos noivos. Além disso, foi instituída nesse mês a homenagem ao amor maior, o amor maternal. E falando em mãe, o dia das mães está chegando e esses dias eu me lembrei daquela música antiga, que dizia: “ Ela é a dona de tudo... ela é a rainha do lar... Ela vale mais para mim... que o céu, que a terra, que o mar...”  Se existe alguma música que seja a cara da minha mãe, é essa. Como esquecer antigos Dias das mães ao recordar a imagem de 6 crianças ( eu e meus 5 irmãos ) postadas ao pé da cama de meus pais em manhãs de maio? Cada um trazia nas mãos um presentinho, lembranças simples preparadas em casa ou na Escola, e cantávamos em coro invariavelmente essa mesma música, que fazia mamãe chorar e se emocionar sentada na cama ao lado de meu pai. Minha mãe... Eu poderia dizer sem medo de cair no lugar comum, mas já caindo, que ela é a melhor mãe do mundo. Se existe alguém que nasceu para ser mãe, esse alguém se chama Eurídice, a minha mãe. Não só mãe de seus 6 filhos, mas o grande exemplo de figura maternal para meu pai, as suas irmãs, os cunhados, os genros, as noras, os amigos e amigas dos filhos, os sobrinhos, os netos, os namorados e namoradas dos netos, os amigos e amigas dos netos, os velhos e novos conhecidos, cachorros, gatos, e quem mais chegar. Minha mãe tem um coração do tamanho do mundo, e embora tente disfarçar, consegue distribuir equitativamente seu amor maternal a quem ela ache que mais precisa. Filha mais nova de uma família de 5 mulheres muito bonitas, todas com a letra O: Otília, Odete, Odésia, Olésia e ela, que graças a um “erro “ do escrivão, foi Eurídice e não Orides, como o pai, o Vovô João, queria  ( Uma das irmãs, Odésia, morreu aos 18 anos). Perdeu também minha avó Maria Elisa aos 14 anos, mas conservou dela, a quem não conheci, a imagem  de uma mulher doce, linda e bondosa, que passou para nós através de seus relatos. Acabou de ser criada pela irmã mais velha e pelo cunhado, que mais tarde se tornaram meus padrinhos. Minha mãe sempre foi muito linda. Nós filhos sempre nos orgulhamos por saber que ela foi uma das primeiras Misses de Uberaba ( Naquele tempo o concurso se chamava “ Rainha da Primavera” )  Foi uma das mulheres mais bonitas de sua época, como atestam as revistas e as fotos antigas guardadas em suas gavetas de lembranças . Mas ela não parecia ligar muito para isso.  Dava mais valor à sabedoria e aos valores internos. Mesmo não tendo a oportunidade de completar seus estudos, sempre leu muito e procurou manter-se informada e culta. Trabalhou desde os 15 anos até os 25, quando se casou, depois de um namoro de muitos anos com meu pai. Adorava  trabalhar e ser independente, mas naquela época isso não era tão usual, e a partir do casamento ela se dedicou a ser esposa e mãe em tempo integral. Como ela mesma conta, por ter precisado trabalhar para se sustentar desde muito nova, e por morar com a minha tia Otília que tudo fazia em casa, quando se casou não sabia nem coar um café. Mas venceu essa dificuldade e aprendeu, para tornar-se depois exímia cozinheira, com o objetivo de agradar ao marido e deixar felizes e saudáveis os seus seis filhos, e mais tarde os netos. Talvez não tenha nascido para os serviços da casa e da cozinha, mas sempre fez isso com tanto amor, que parece que não nasceu para outra coisa. Dedicou sua vida a ser mãe. Ela sempre diz: “Não aprendi a fazer muito carinho, demonstro meu amor fazendo na cozinha coisas gostosas que sei que irão agradar a todos”. Meu pai, Fauzi, que também morreu cedo, a chamava de “santa”. Ela dizia: “Não sou santa, tenho muitos defeitos”. Não era santa. Mas dentro das limitações impostas ao sexo feminino em sua época demonstrou ser sempre a melhor companheira, a melhor e a mais dedicada mãe. Uma mulher forte e batalhadora, que tudo fez junto com meu pai e depois de sua partida para educar  os filhos, para que todos pudessem completar seus estudos e se tornarem pessoas de bem. Quando meu pai faleceu, além dos serviços domésticos, voltou a trabalhar, vendendo jóias até que os mais novos se formassem. E trabalha até hoje, em casa, cheia de vida e de saúde, um exemplo para os filhos e netos, cuidando da casa e fazendo na cozinha aquelas comidas e doces gostosos, o seu jeito de dar carinho, como ela mesma diz. Com ela aprendi a ter fé e a ser sensível, e ao mesmo tempo forte, persistente, corajosa, dócil, maternal. Com ela aprendi (ainda estou aprendendo) que muitas vezes é melhor o silêncio do que o revide, para que se mantenha a harmonia. Minha mãe nunca precisou bater ou brigar com os filhos para educá-los. Ela sempre nos ensinou com o seu exemplo, com suas atitudes. Essa é verdadeiramente a melhor forma de educar. Esse é o grande modelo de mãe e agradeço a Deus por ser filha dela. Ela é a figura de mulher a quem dedico o carinho pelo Dia das Mães, estendendo a homenagem a todas as mães do mundo  Essa é minha mãe, Eurídice, com quem tudo aprendi e de quem tenho muito orgulho! Feliz Dia das Mães!    

                         Márcia Palis  10/05/2013



Entrevista - Programa Bem Viver


Márcia Palis em participação ao vivo no programa Bem Viver de 09/08/2014 na TV Integração Regional( Rede Globo).

Tema: como manter acesa a paixão nos relacionamentos depois de um certo tempo de convívio.

Muito obrigada mais uma vez pela atenção e o trabalho de vocês.

Abraços de Minas.

Entrevista : Fatores que podem atrapalhar a saúde emocional do trabalhador - Outubro/2015

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ASSISTA O VÍDEO NA ÍNTEGRA AO CLICAR NA IMAGEM. AGRADECIMENTO : A MG TV - Rede integração (TV Globo) aqui da região do Triângulo Mineiro.

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