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sábado, 12 de julho de 2014

Paz na Comunicação


Estamos na era da comunicação. Nunca as pessoas se comunicaram tanto e tão rápido,  através de tão diversas formas. Novas ferramentas  surgem a todo momento. É a internet,  o celular conectado, são as redes sociais, são os diversos canais da mídia. Hoje é fácil para qualquer pessoa manifestar-se ou trazer  sua opinião a público. É um grande progresso para a humanidade, pois há pouco tempo a voz do povo só se fazia ouvir  indiretamente. Agora, cada qual pode falar o que quer e o que pensa, principalmente através das redes sociais. Porém, essa evolução, causou também um retrocesso na forma de muitos se comunicarem. A liberdade de expressão muitas vezes se confunde com a falta de limites e o desrespeito. Em alguns casos nota-se um excesso de exposição prejudicial à própria pessoa que se expressa. Muitas vezes problemas pessoais são discutidos inadvertidamente nas redes sociais. Vemos brigas de casais, desentendimentos de amigos e opiniões colocadas sem pensar nas consequências, e sem a percepção que estão sendo lidas por milhares de pessoas. Junto a isso, o aumento dos índices de violência e dos atos de corrupção, e a maneira rápida como essas notícias são veiculadas,  parece influenciar grande parte das pessoas, tornando-as defensivas e mais agressivas. Está ficando mais comum do que deveria o uso de palavrões e termos ofensivos com o intuito de expressar opiniões em geral através das redes sociais. Essa tendência também atinge as comunicações interpessoais, aquelas que temos em com os familiares, no trabalho, com os amigos, nas relações amorosas, em todas as relações. Muita gente agora fala muito mais no celular e no facebook, do que pessoalmente. E a linguagem agressiva também invadiu os diálogos mais íntimos. Estamos vivendo uma era de grande competição e isso torna a comunicação cada vez mais agressiva. Isso acontece até entre casais. Hoje em dia, muitos casais não dialogam, eles competem. O ambiente de trabalho, muitas vezes também vira uma arena, onde a comunicação é utilizada como uma espécie de arma para se sobressair. Porém, esse tipo de comunicação só consegue gerar mais conflitos, externos e internos. As pessoas parecem querer expressar seu repúdio à violência com mais violência. Dessa forma, entram na mesma vibração de agressividade e negatividade. Existem várias formas de se dizer a mesma coisa, e a melhor e mais inteligente delas é a comunicação não violenta. Aquela em que se dizem as mesmas coisas, de forma mais serena, ponderada, compassiva e empática, ou seja, colocando-se no lugar de quem está ouvindo ou lendo. A escolha da comunicação não violenta pode evitar milhares de conflitos, desde a intimidade dos lares até no mundo da comunicação global. Não é preciso gritar nem ferir para ser ouvido. Basta falar com convicção e verdade.  Não precisamos perder a liberdade de expressão, apenas colocar paz em nossos diálogos pessoais e sociais.  


Márcia Palis 12/07/2014

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Amor e autoestima - Começo meio e fim



Ei, vamos falar de amor?  E quando se fala de amor é imprescindível que não se esqueça de falar do que sempre deve preceder o amor entre duas pessoas. Estou falando do amor a si mesmo, da tão falada e pouco compreendida autoestima. É isso. O verdadeiro amor tem que ter encanto, admiração, cumplicidade, mas principalmente autoestima. Sem autoestima ninguém consegue ser amado. Afinal, se nem eu mesma me amo e  admiro, como poderei despertar no outro a admiração e o encanto? O amor deve ser declarado. Se correspondido, tem que ser alimentado.  Nutrí-lo é demonstrar através de atitudes e palavras como o ser amado é importante para você. Preste atenção ao que você sente para saber se é amor. O amor de verdade é sentimento que eleva e nos torna melhores. Quando estamos amando somos mais felizes, mais generosos, mais amáveis e mais bondosos. Somos solidários e gentis. Se aquilo que você sente o deixa triste, amargo, inseguro, ciumento, então não é amor. Pode ser carência, apego, ou sentimento de posse. Pode ser medo de ficar sozinho. Pode ser qualquer coisa, mas amor... Ah! Amor não é...  O amor não foi feito pra fazer sofrer. Se faz sofrer não é amor ou é amor contaminado. O amor é sentimento que vem sempre acompanhado de alegria, entusiasmo, motivação! Amor de verdade tem começo, tem meio e também pode ter fim, Ninguém deseja que termine, mas se não for nutrido, por um motivo ou outro, pode um dia morrer, para os dois ou para um dos envolvidos. Quando morre primeiro para um dos dois perde o sentido. Por que amor tem que ter correspondência. Vai e volta. Amor que ama sozinho não é amor. E se acabar,  o que fazer? Primeiro checar se morreu de verdade ou se está apenas adoecido. Dependendo da doença às vezes o amor pode  ressurgir, às vezes não. Se acabou de verdade para um dos dois, esse é um momento delicado. Há que revigorar o outro amor, a autoestima. Hora de recolhimento e de pedir apoio aos amigos que irão ajudá-lo com outro tipo de amor. O que você mais precisa nesse momento: Acolhida e amizade. Chorar será inevitável, sofrer um tanto, também. Mas quanto melhor a autoestima, mais depressa esse tempo irá passar e um dia você se verá novinho em folha, pronto para viver novos relacionamentos e, é claro, um novo amor. E jamais diga aquela terrível frase: “ Eu não vivo sem você”. Vive sim. Todo mundo sobrevive à morte de um amor. Dizer essa frase é matar, não exatamente a si próprio, mas à sua autoestima. É se enterrar voluntariamente ( E o que é pior, sozinho ) em uma tumba emocional. Porque a essas alturas a outra pessoa estará viva e bem viva. E na maioria das vezes bem longe. E há muitas outras pessoas por aí, ávidas para viver um grande amor. Junte-se a elas.  

Márcia Palis
07/05/2014

Entrevista - Programa Bem Viver


Márcia Palis em participação ao vivo no programa Bem Viver de 09/08/2014 na TV Integração Regional( Rede Globo).

Tema: como manter acesa a paixão nos relacionamentos depois de um certo tempo de convívio.

Muito obrigada mais uma vez pela atenção e o trabalho de vocês.

Abraços de Minas.

Entrevista : Fatores que podem atrapalhar a saúde emocional do trabalhador - Outubro/2015

Entrevista : Fatores que podem atrapalhar a saúde emocional do trabalhador - Outubro/2015
ASSISTA O VÍDEO NA ÍNTEGRA AO CLICAR NA IMAGEM. AGRADECIMENTO : A MG TV - Rede integração (TV Globo) aqui da região do Triângulo Mineiro.

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